sábado, 22 de maio de 2010

Musicoterapia




A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.
A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários paises da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bem-estar dos pacientes.

De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. Em 1972, foi criado o primeiro curso de graduação no Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Hoje, no mundo, existem mais de 127 cursos, que vão da graduação ao doutorado.

Como atua o musicoterapeuta?

O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente a crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.

A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.

O profissional é preparado para atuar na área terapêutica, tendo a música como matéria-prima de seu trabalho. São oferecidos ao aluno conhecimentos musicais específicos, voltados para a aplicação terapêutica, e conhecimentos de áreas da saúde e das ciências humanas. São oferecidas também vivências na área de sensibilização, em relação aos efeitos do som e da música no próprio corpo.



Indicações da musicoterapia

Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos.
Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. Ela tanto pode ajudar crianças com deficiência mental, quanto pacientes com problemas motores, aqueles que tenham tido derrame, os portadores de doenças mentais, como o psicótico, ou ainda pessoas com depressão, estressadas ou tensas.

Tem servido também para cuidar de aidéticos e indivíduos com câncer. Não há restrição de idade: desde bebês com menos de um ano até pessoas bem idosas, todos podem ser beneficiados.

Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação.
A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.



Que música é a mais indicada?

Músicas com ritmo muito marcante, não servem para o relaxamento, como por exemplo, o rock. O ritmo do rock é constante, ao passo que no relaxamento, a tendência é diminuir o pulso e o ritmo da respiração.

Cada ritmo musical produz um trabalho e um resultado diferente no corpo. Assim há músicas que provocam nostalgia, outras alegria, outras, tristeza, outras melancolia, etc.

Alguns tipos de música podem servir de guia para as necessidades de cada pessoa. Bach, por exemplo, pode ajudar muito no aprendizado e na memória, Rossini, com Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, ajudam especialmente no tratamento de pacientes com depressão.

As valsas de Strauss podem contribuir e muito, para os momentos em que se necessita um maior relaxamento, estando bem indicadas para salas de parto. As marchas são um tipo de música que transmite energia, tão importante e escassa em áreas hospitalares de pacientes em convalescença.

Um bom exemplo disso tem sido o uso da musicoterapia, no auxílio do tratamento da doença de Alzheimer. Doença de caráter progressivo e degenerativo tem, entre seus primeiros sinais, o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção.

A musicoterapia ajuda a estimular a memória, a atenção e a concentração, o contato com a realidade e o esforço da identidade. Trabalha-se ainda a estimulação sensorial, a auto-estima e a expressão dos sentimentos e emoções.
A melhor ajuda que o tratamento dos pacientes, utilizando a música, pode proporcionar, é que ela, como terapia, torna os obstáculos da doença mais amenos e mais fáceis de serem ultrapassados.

ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
Email- arcanjo.azul@hotmail.com

A homeopatia


A homeopatia é um sistema de medicina alternativa, apresentado pela primeira vez pelo médico alemão Samuel Hahnemann (1755-1843).

Hahnemann observou ao traduzir Matéria Médica, do escocês W. Cullen, que o quinino (uma droga utilizada para combater a malária) ingerido por pacientes saudáveis produzia sintomas similares aos da malária e propôs que qualquer composto que produzisse sintomas similares àqueles de uma doença poderiam curá-la. Tal principio é a base da prática homeopática moderna; os compostos são administrados em doses muito pequenas e os sintomas que produzem são anotados. Uma droga medicinal (o simillium) cujas características sintomáticas na etapa de teste são exatamente similares àquelas apresentadas pelo paciente será a droga curativa.

A homeopatia propõe que o médico trate o paciente como um todo e não apenas seu sintoma específico. Ela também defende a "dosagem mínima", com o objetivo de simplesmente estimular as propriedades curativas do próprio corpo. Os remédios são, portanto, muitas vezes administrados em soluções bastantes diluídas. As substâncias que compõem os medicamentos mais potentes são tão diluídas que a possibilidade de que mesmo uma só molécula do constituinte ativo esteja presente é desprezível.

Na realidade, Hahnemann veio renovar a tradição duas vezes milenar de Hipócrates. Este escrevera três séculos antes de Cristo: "Os contrários são curados pelos contrários. A doença é produzida pelos semelhantes que são ministrados, o paciente volta da doença à saúde."

A homeopatia desperta a natureza

Como o sistema de diagnose, o médico homeopata sempre tem tido em conta a interdependência entre o paciente e sua situação social, familiar, geográfica e profissional, assim como os fatores ocultos. Há mais de cem anos, Hahnemann dizia que, ao curar, o médico homeopata recorre ao conhecimento de feitos relacionados com a história clínica do paciente em caso de enfermidade crônica e, mais em particular, ao caráter de sua mente e temperamento, a sua ocupação, o seu estilo de vida e costumes. Assim, na escolha de um remédio homeopático, o médico considera três espécies de sintomas: o físico, o fisiológico e o psicológico.

A ação de um remédio homeopático dura, normalmente, um máximo de sessenta dias, mas, ao misturar-se com remédios administrados posteriormente, o efeito pode prolongar-se por anos. A tarefa do homeopata consiste em selecionar a potência mínima na menor dose possível para desfrutar a cura.

Reflexologia


A exemplo de muitas Terapias Holísticas, a reflexologia não é comprovada por uma teoria científica, a não ser o fato de que as terminações nervosas (70 mil na sola de cada pé) são estimuladas. Os reflexologistas acreditam que atuando nas zonas reflexas é possível equilibrar o fluxo de energia nas zonas longitudinais do corpo, e, portanto, ajudar seu correto funcionamento.

ESTILOS DE VIDA

Uma das causas mais comuns das doenças é o stress - o efeito das pressões cotidianas sobre nosso corpo, ao lado de outras influências negativas, como a poluição, os aditivos e agrotóxicos nos alimentos e a vida na cidade. Todos somos afetados pelo stress em diferentes níveis e, como conseqüência, muitos desenvolvem diversos problemas físicos, entre os quais dor de cabeça e enxaqueca, tensão na nuca, dor nas costas, distúrbios digestórios. Debilidades do sistema nervoso, pressão alta, doenças na pele e constantes gripes e resfriados.

ESTILOS MELHORES

Embora a reflexologia não possa prevenir o stress que ocorre na vida cotidiana, ela pode nos ajudar a lidar melhor com ele e nos sentirmos mais relaxados. Um dos importantes benefícios da reflexologia é o relaxamento.

O tratamento é holístico, ou seja, trata o corpo como um todo, não um grupo de sintomas, e pode nos ajudar tanto físico quanto mentalmente. Os sintomas presentes no corpo devido ao stress podem ser aliviados e o efeito equilibrador do tratamento aumenta a saúde como um todo, ao tratar das causas profundas dos sintomas isoladamente.

Quando nos sentimos melhor fisicamente, nos sentimos também psicologicamente, e uma sensação de maior bem-estar ajuda a reduzir os níveis de stress e prevenir futuras doenças. Depois do tratamento o cliente se sentirá mais calmo, mais tranqüilo e mais otimista, e portanto mais capaz de lidar com o stress e as doenças a ele relacionadas.

O TRATAMENTO

Antes de iniciar o tratamento, é feito um histórico detalhado, a anamnese. O terapeuta prepara um histórico de caso completo, ou seja, tudo que houver para saber a respeito do cliente e sobre sua saúde, desde seus sintomas físicos e das horas de sono, até todos os aspectos de sua vida, além de seu estado emocional. Com isso, o terapeuta irá focalizar um tipo de tratamento mais adequado ao caso e determinar se a reflexologia será o tratamento mais indicado.

O cliente se sentará numa confortável cadeira reclinável - com as costas, o pescoço e as pernas bem acomodadas, e com os pés elevados de modo que o terapeuta possa atuar sobre eles facilmente.
Se você não tem uma cadeira dessas, pode adaptar seu cliente em uma maca comum e colocar, sob suas pernas, um triângulo de espuma, conhecido como "suave encosto", encontrado em qualquer loja especializada em colchões. Também se pode usar um edredom ou cobertor enrolado sob as pernas do cliente.

O primeiro passo será um exame dos pés, e então o terapeuta esfrega os pés com lenços umedecidos, para remover a sujeira superficial ou pra refrescar os pés num dia quente. Serão identificados sinais de pele áspera, calosidade, rachaduras entre os dedos, numa área de infecção, como verruga, e problemas nas unhas.

Os pés de seu cliente poderão ser massageados com um pouco de talco. O produto costuma ser usado no tratamento porque absorve a umidade, caso os pés estejam um pouco suados, e os torna mais macios se estiverem secos. Em lugar do talco, alguns terapeutas podem usar óleo, mas deve-se ter o cuidado de secar muito bem os pés de seu cliente para ele não escorregar, principalmente se estiver de sandálias.

A massagem geral aplicada ao pé fará com que o cliente se acostume com o toque do terapeuta e também relaxe. Quando o cliente se acostumar a ter o pé manipulado, o terapeuta explicará como será feito o tratamento; ele também irá tranqüiliza-lo em caso de apreensão quanto a dor. A reflexologia não é dolorosa.

As áreas sensíveis são tratadas com suavidade e as sensações costumam ser mais de prazer que de sofrimento. Uma técnica calmante muito precisa será então aplicada a todos os pontos reflexos de ambos os pés.

O que é terapia floral ?


Criada na década de 30 por Edward Bach, seguidor de Samuel Hannemann, o pai da homeopatia,estudioso do século XVIII, a Terapia Floral segue alguns princípios da homeopatia, como, por exemplo, tratar doenças pelas causas e não pelo sintoma.

Bach defendia a idéia de que as doenças são conseqüências de um desequilíbrio emocional e mental e as emoções fazem parte da enfermidade, portanto, não se tratam apenas com a medicina tradicional.
A Terapia Floral é um desdobramento da medicina vibracional que considera não apenas o corpo físico, mas também os corpos energéticos sutis associados ao corpo físico. Tem a capacidade de reorganizar emoções que possam desencadear doenças.

Aqui o ser humano é visto De forma integral em seus aspectos físico, mental, emocional e espiritual todos interligados e interdependentes funcionando como um sistema onde os desajustes ou desequilíbrios de um dos aspectos atingirá os demais.

Esta forma de terapia, cada vez mais utilizada no mundo todo, é simples de entender, e sem contra indicações, pois permite ao usuário automedicar-se após as orientações de um Terapeuta permitindo uma interpretação mais profunda dos sintomas, levando em conta características do inconsciente, o que não ocorre na auto análise, que permeia apenas o consciente.

Reconhecida e recomendada pela Organização Mundial de Saúde, tem a finalidade de permitir que a personalidade possa dominar sozinha o estado passageiro de ânimo negativos, típicos da natureza humana. Ela auxilia o ser humano na descoberta e compreensão das suas emoções e padrões de comportamento, trazendo um caminho para o equilíbrio pessoal e a cura das doenças.

Rinite Alérgica à luz da Terapia Floral


Uma explicação da Rinite Alérgica à luz da Terapia Floral

A Rinite Alérgica é uma das mais comuns afecções que atingem as vias aéreas superiores do sistema respiratório. Caracteriza-se por reações alérgicas decorrentes da hipersensibilidade que algumas pessoas têm a determinadas substâncias. As principais manifestações clínicas da Rinite Alérgica são: prurido, espirros, secreção nasal aquosa e congestão nasal. Em alguns casos, há ainda a presença da asma.

O tratamento da Rinite Alérgica pela medicina tradicional (alopática) é efetuado através de orientações ao paciente para evitar o contato com os alérgenos e de prescrição de drogas medicamentosas. As drogas utilizadas são os anti-histamínicos, os descongestionantes, corticosteróide e antibióticos.
É um tratamento que atua apenas no controle dos sintomas, podendo provocar efeitos colaterais sérios. Precisamos compreender das causas que levam as pessoas desenvolverem esta rinite.

À luz da Terapia Floral, a causa básica da Rinite Alérgica está na repressão de conteúdos psicoemocionais mal resolvidos.

O pólen, assim como as sementes, simbolizam a fecundidade e a reprodução;
pelos de animais, o amor por serem macios e gostosos de sentir e pegar além de possuírem conotação sexual;
o pó domiciliar lembra sujeira, falta de limpeza.

Então, estas substâncias "alérgicas" representam simbolicamente os temas: AMOR, SEXUALIDADE, FERTILIDADE e a DIFICULDADE EM LIDAR COM OS "CONFLITOS INTERNOS".

O caminho para a cura da rinite alérgica inicia-se na conscientização do conteúdo emocional que o portador de rinite resiste em contatar.

Se os que sofrem com a rinite alérgica entrarem em contato com seus conteúdos emocionais reprimidos, trazerem-nos à consciência, assimilá-los e integrá-los, não necessitarão mais reagir excessivamente contra as substâncias que os representam.

A Terapia Floral enfatiza a mudança a longo prazo .As essências florais, enquanto catalisadoras, tem a função de estimular o processo de transformação interior, fortalecendo a consciência da cura.

As essências florais devem ser prescritas analisando-se cuidadosamente cada emoção do individuo, sendo assim uma essência para curar a Rinite de um cliente pode ser diferente da(s) essência(s) que curarão a rinite de outro paciente.

Dislexia, como lidar com este distúrbio.




A dislexia não é uma doença, mas sim um distúrbio com uma série de características. Torna-se evidente na época da alfabetização, embora alguns sintomas já estejam presentes em fases anteriores.
Ela independe de causas intelectuais, emocionais ou culturais. É uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.

Trata-se do distúrbio de maior incidência na sala de aula. Podemos dizer que é um transtorno de aprendizagem. Deve-se lembrar sempre, que o disléxico tem uma dificuldade, não uma impossibilidade.
Devidamente acompanhado ele vai paulatinamente superando ou contornando suas dificuldades.Vale ressaltar que ele responde muito bem a tudo que passa para o concreto. Tudo que envolve os sentidos é mais facilmente absorvido.

Os seguintes sintomas são alguns dos mais importantes entre vários:

. Fraco desenvolvimento da atenção.
. Atraso no desenvolvimento da fala, da linguagem e da coordenação motora
. Dificuldade em aprender rimas e canções.
. Dificuldade com quebra-cabeças.
. Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita.
. Desatenção e dispersão.
. Dificuldade em copiar de livros ou da lousa.
. Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura, etc.) e/ou grossa (ginástica, dança, etc.).
. Desorganização geral
. Confusão entre direita e esquerda.
. Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc.
. Vocabulário pobre.
. Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc..
. Dificuldade em decorar seqüências, como meses do ano, alfabeto, etc..
. Dificuldade na matemática e desenho geométrico.
. Problemas de conduta como: retração, timidez excessiva, depressão
. Grande desempenho em provas orais.
. Dificuldade para soletrar. Trocas de fonemas e grafemas diferentes
. Memória imediata prejudicada.
. Dificuldade em nomear objetos e pessoas
. Dificuldade em aprender uma Segunda língua.
. Dificuldade em organização geral.
. Comprometimento emocional.

Como diagnosticar e tratar a dislexia?

Procurar ajuda especializada de equipe multidisciplinar, formada por psicóloga, fonoaudióloga e psicopedagoga e se necessário outros como neurologista, oftalmologista.
O disléxico assimila muito bem tudo que é vivenciado concretamente, portanto, deve se utilizar ao máximo todos os sentidos.

Um exemplo básico é poder ler e ouvir enquanto se escreve.O disléxico sempre será disléxico, mas com acompanhamento adequado, mediante uma avaliação adequada, evoluirá de forma consistente em seu acompanhamento até obter alta.

Uma ótima terapêutica é aumentar sua auto estima, incentivando-o a restaurar o confiança em si próprio, valorizando o que ele gosta e faz bem feito. Devemos ressaltar os acertos, ainda que pequenos, e não enfatizar os erros, sempre valorizando o esforço e interesse do disléxico, atribuindo-lhe tarefas que possam faze-lo se sentir útil e capaz.

Enfim, devemos respeitar o seu ritmo. O tempo de acompanhamento vai variar de disléxico para disléxico, além do que temos que considerar os diferentes graus da dislexia (leve, moderado e severo).

O tratamento pode variar de dois a cinco anos. Se somarmos a esta equipe o TERAPEUTA FLORAL, obteremos resultados em prazo mais curto.

A avaliação do TERAPEUTA FLORAL considera cada disléxico um caso isolado, pois os mesmos embora possam apresentar sintomas semelhantes apresentam personalidades diferentes e formas diferentes de lidar com erros frustrações etc, portanto para se receitar florais para disléxicos há necessidade de consultas detalhadas e seqüenciais.

A TERAPIA FLORAL NOS PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM:


À tempos o processo de aprendizagem vem sendo estudado com a finalidade de buscar a maneira correta de ensinar as crianças, para que tenham possibilidades de se tornarem cidadãos capazes e conscientes de sua missão durante a vida. Assim, aprendizagem envolve o processo de desenvolvimento do ser humano e deve permitir à criança vivenciar experiências que possam ajudá-la durante toda sua existência.

Inúmeros programas de alfabetização, poucos com resultado, têm sido idealizados para atender desde as crianças consideradas normais, até aquelas classificadas como deficientes, superdotadas, hiperativas e que necessitam de tratamento especial.

Entretanto, além de uma prática pedagógica adequada, a Terapia Floral traz ótimas opções para melhoria do aprendizado, independentemente da presença de algum tipo de deficiência, pois, características como a dispersão ou a insegurança podem comprometer muito o desempenho do indivíduo no processo de aprendizagem. Entretanto, além de uma prática pedagógica adequada, a Terapia Floral traz ótimas opções para melhoria do aprendizado, independentemente da presença de algum tipo de deficiência, pois, características como a dispersão ou a insegurança podem comprometer muito o desempenho do indivíduo no processo de aprendizagem.

Ela apresenta muitos pontos comuns à antroposofia de Waldorf, do início do século e aos conceitos revolucionários de Daniel Goleman, do final deste século, ao afirmar que o equilíbrio das emoções é essencial ao homem e que este é um ser total, dotado não só de QI., pois seus princípios básicos escritos pelo Dr. Bach dizem que o homem possui:

Uma alma - que é o seu ser real;

Um espírito - seu ser divino;

Um corpo - templo terreno desta alma.

Os remédios florais figuram entre os métodos sutis de cura, semelhantes à homeopatia clássica de Samuel Hahnemenn, à medicina antroposófica, e à medicina espegírica ou herbácea, que atuam por caminhos indiretos, via corpo físico.

Como terapeuta floral e educadora tenho tido a oportunidade de observar detalhadamente os benefícios dos florais sobre a dificuldade de aprendizagem. Os resultados satisfatórios que observo são efetivos e se dão de forma natural e saudável.