http://www.youtube.com/watch?v=bWaIZNsJe9k
ALINE SANTOS É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
Email- arcanjo.azul@hotmail.com
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
COMO LIDAR COM PESSOAS DIFICEIS

1 – PRINCÍPIO DO BEM - Ninguém é destrutível porque quer.
Todos nós temos momentos de raiva, tristeza ou frustração.
Isto é normal, e com o passar dos dias acaba. Mas quando continua, se aprofunda e toma conta do coração.
Mas a maldade só toma conta da pessoa quando ela tem alguma carência, ou seja, a falta de alguma coisa em sua vida.
Ela fica no lugar do que esta ausente causando a sensação de bem estar e de que não falta nada.
A maldade é o tipo doentio de compensação de algo muito importante que a pessoa perdeu ou nunca conheceu.
2 – PRINCÍPIO DA ALEGRIA - Ninguém e triste porque quer.
Ninguém em juizo perfeito deseja ser mal humorado, ranziza, etc...
Nós não somos assim, mas em alguns momentos da vida, nós estamos assim, e como já dito, com o passar do tempo esses sentimentos desaparecem.
Porém, as pessoas negativas, não conseguem ser felizes por si mesmas e buscam a felicidade no prazer de humilhar outras pessoas, ficando dependente dessas situações para ter um pouco de bem estar, esquecendo que a felicidade está dentro de cada um e não fora.
A felicidade é contagiante, é mais fácil ser feliz perto das pessoas felizes.
Quando estiver com alguém que só consegue ser feliz causando desgraça alheia lembre-se: ela não é assim porque quer, mas porque não consegue enxergar a vida como ela é.
3 – PRINCÍPIO DO AMOR - Ninguém odeia porque quer.
O ódio nasce cresce e se instala quando sofremos algum tipo de humilhação.
O ódio é como uma planta, que quando se rega cresce.
O ódio só fica anormal quando não vai embora.
Quando impede que a gente perdoe quem nos humilhou.
Então começa uma roda viva em que, cada ato movido pelo ódio gera mais ódio, quando somos incapazes de perdoar significa que: quem nos maltratou é superior a nós, tanto que os seus atos tem o poder de definir nossos sentimentos, na verdade essas pessoas cheias de ódio se sentem inferiores, incapazes de amar, de perdoar. Mas você consegue, toque a sua vida para sua frente, isso faz toda a diferença.
4 – PRINCÍPIO DA AÇÃO POSITIVA - Ninguém age negativamente por quer.
Primeiro, agir de maneira negativa é não agir de acordo com que somos, mas que estamos.
Não somos vingativos, em alguns momentos estamos ou ficamos vingativos.
Este sentimento de vingança é temporário, é uma reação necessária e involuntária devida à ação de quem nos provocou.
A reação é uma ação negativa, é como uma resposta a provocação, isto significa que quem está decidindo a nossas ações, não somos nós, mas quem nos provocou.
Se você reage, você faz o que a pessoa quer, mas se você agir (com consciência e não com a raiva).
Você prova que é dono de si mesmo.
Nossas ações devem vir de dentro de nós e não como reação ao que vem de fora de nós.
Não reaja, aja.
artigo escrito por ANTHÉIA SANTOS estudante, atriz, artista plástica.
NÃO SOU MAIS A MULHER COM QUEM VOCÊ SE CASOU - PARTE I

PAPÉIS ATRIBUÍDOS
A atribuição de papéis é uma necessidade.
Papéis dão forma, apoio e segurança.
O papel define o lugar no sistema de relações, pelo menos em parte, e determina certas atividades.
O papel define o lugar no sistema de relações, pelo menos em parte, e determina certas atividades.
Esse lugar e essas atividades são a expressão das hierarquias em relações de poder no sistema de relações.
Quanto mais se deixam poder e competência de decisão a alguém, tanto maior se torna o desnível para com os subordinados.
Aqui está a matéria inflamável, não só para a relação de marido e mulher.
Se cada um devesse definir por si mesmo o seu papel sem dado prévio, isto levaria a caos insolúvel, no qual cada um deveria lutar contra cada um pela vida inteira, porque não haveria previamente uma ordem estrutural obrigatória para todos ( eventualmente mutável).
Logo surgiria o apelo ao dirigente forte, que poderia tornar-se depois um ditador conforme exemplos existentes.
E uma vez que no fluxo das gerações, inumeráveis pessoas, entrariam de novo nessa luta pela autodefinição, também não haveria nenhuma esperança de estrutura assegurada.
A atribuição de papéis contribui decisivamente para o desenvolimento da identidade: por sua aceitação, sua mudança o sua rejeição.
Filhos que não recebem dos pais orientação clara de comportamento, ou seja que podem se orientar muito pouco pelas instruções dos pais ( ainda que não pela mostra autoritária), logo se tornam caóticos e encenam o caos na família.
É importante não julgar apenas negativamente a atribuição de papéis.
Sua necessidade pode ser comparada ao uso de água.
Á água é uma necessidade vital e é cheia de energia, mas sem vazos ou canais prévios essa energia não é utilizável ou pode até ser destrutiva.
De outro lado, e com isso, retornamos ao nosso tema, atribuição e aceitação de papéis nunca surgem de forma neutra.
Quem os atribuiu?
Qem lhes dá qual significado?
No que se refere a mulheres, não são de imediato pessoas individuais que determinam o seu lugar e o seu papel.
Uma tradição secular, ou seja, a tradição de nossa sociedade patriarcal transmitiu os modelos, que eram vinculantes tanto para mulheres como para homens, e que mergulharam no inconsciente coletivo, e são transmitidos de geração em geração.
Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
E-mail: arcanjo.azul@hotmail.com
NÃO SOU MAIS A MULHER COM QUEM VOCÊ SE CASOU - PARTE II

Essa tradição, o patriacardo, dá poder aos homens. O homem instala seu privilégio não só com referência às mulheres em geral, mas também com referência a esta mulher individual que é a sua parceira.
E, vice-versa as mulheres se veêm não só como sexo inteiro subordinado aos homens, mas esta mulher individual entende-se a si mesma, perante este homem individual que é seu parceiro como quem precisa ajustar-se.
Considerava-se isso, por assim dizer , como ordem natural.
Sendo assim, a representação abstrata do patriarcado realiza-se na vida do casal individual muito concretamente na casa de moradia e muito amíude também na cama.
Essa condição muita vezes se leva adiante mesmo quando já ocorreram novas compreensões.
Há naturalmente, mesmo entre os homens, hierarquia, lutas de poder e desvalorização.
Mas existe fundamental diferença: dos homens para com as mulheres existe, a nível estraordinariamente profundo, não conhecido por elas mesmas, um desdém para com elas, independentemente da personalidade, estado e formação delas.
Muitos homens não percebem ainda hoje que, e em que medida eles as desvalorizam e as tratam com desprezo, não as levando a sério, como iguais.
Dessa classificação faz parte, e se ajusta perfeitamente, o ideal do casamento harmônico.
Ele é produto do patriarcado. Pois a harmonia não turvada entre duas pessoas humanas, em geral e também na parceria, só é possível quando um (homem) determina e a outra (a mulher) se subordina.
Harmonia pressupõe igualdade que não existe.
Duas pessoas humanas, mesmo quando se amam mutuamente, são diferentes em caráter, convicções, percepções e maneiras de se comportar.
Essas diferenças complementam-se de parte a parte, são ganhos para parceria, mas também dão ocasião a conflitos.
Levado ao extremo, pode se dizer que no casamento harmônico, ou seja, livre de conflitos um dos parceiros, e no caso se trata praticamente da mulher subordina-se ao outro.
O patriarcado significa: o homem determina, e depois a adaptação ou mesmo a obediência da mulher possibilita a harmonia.
Deve se chamar essa harmonia de harmonia aparente, outra coisa muito diversa é a harmonia, que cresce pouco a pouco na relação do casal, como fruto de brigas, conflitos e sofrimentos.
Essa harmonia deverá , com certeza, ser a esperança e a meta de todo casal.
É espantoso ver com que naturalidade mulheres no começo do casamento escolhem espontaneamente esse papel desde séculos a elas atribuídos, e continuam a desempenhá-los ao longo de anos.
Muitas vezes encontrando até mesmo nele a tarefa e realização da vida.
Renunciam-se a si mesmas, perdem-se pelo marido e pelos filhos às vezes até o fim. Eu gostaria de me expressar claramente neste lugar: não vejo mal no fato de as mulheres quererem ser mães e donas de casa.
Isso é bom á medida que escolherem livremente este papel.
O mal está quando as mulheres tomam do marido sua autocompreensão, e não sobretudo sua atividade, e deixam-se correspondentemente tutelar.
Reprimem então sua parcela de personalidade forte, de iniciativa e capacidade de diretiva, e entendem-se a si mesmas da maneira que o marido as entendem: capazes e dejesosas de conformação, cedendo a ele a precedência.
É claro que também estas mulheres exercem poder, menos manifestamente que os maridos, mas de maneira indireta mediante lágrimas, doenças e dores, censuras ou outros meiso de manipulação, esse exercício indireto de poder, contém o veneno da desvalortização da mesma forma que o menosprezo manifesto dos maridos para com as mulheres.
Em minha prática de longos anos de terapia de casais, dificilmente encontrei um casal problemático em que não subjazesse, sobre os problemas concretos assinalados, desvalorização sútil ou grosseira em, geral mútua.
A reciprocidade da desvalorização surge como vingança justa.
É a variante mais segura de ferir os outros da mesma forma como a própria pessoa se viu ferida.
Só que o círculo repetitivo que surge não tem fim.
A desvalorização destrói o respeito (e muitas vezes o respeito por si mesmo), que é a base da parceria ao mesmo nível e de igual valor.
E também aqui a parte reprimida volta, no caso de muitas mulheres, à superfície: sua força, capacidade e dominância anunciam-se a partir de dentro. Isso pode induzir o tempo de mudança.
Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
E-mail: arcanjo.azul@hotmail.com
NÃO SOU MAIS A MULHER COM QUEM VOCÊ SE CASOU – PARTE III

O grande material conflitivo no casamento, sempre foi a distribuição de papéis, acontece com freqüência a mulher exercer trabalho semelhante ao do marido , mas dentro do lar, no entanto, na apresentação dos seus dados pessoais, sempre aparece as palavras, do lar, não exerce nenhuma profissão fora de casa, não possui renda própria.
Deveriam ser criadas novas palavras que abarcassem melhor as atividades da mulher dentro do lar.
Por exemplo:
mulher de família, relações públicas, promotora de eventos, mãe por profissão, especialista em assuntos diversos, administradora do lar, educadora, psicóloga da família, personal training familiar, enfermeira, consultora empresarial, (afinal o lar também é um empresa que deve ser administrada com sucesso), seria uma forma mais justa e bem humorada a ser utilizada na apresentação dos dados pessoais. Quanto valor se atribui a uma mulher?
Quanto valor ela dá a si mesma?
De quanto conforto ela precisa para ver valor em si própria?
A falta de auto-valorização, ou auto-valorização baixa das mulheres tornam-nas dependentes do conforto e da opinião do marido.
Sua dependência está também no fato de sempre precisarem da afirmação de seu valor, porque não se acham em condições de conservar bem o que se recebe.
Faltam os pressupostos.
Qualquer desvalorização, por menor que seja, que com certeza ocorre, relança-as, no vazio.
O condicionamento das mulheres é de tal natureza, que precisam tirar o seu valor e identidade do marido. Só vale o juízo e a opinião dele.
Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
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DICAS PARA FAZER O SEU RELACIONAMENTO DURAR - PARTE I

Entre o casal:
*1 – procurem lavar a roupa suja com frequência. Conversar periodicamente evita o acúmulo de sentimentos negativos, de cobranças e de culpas.
*2 – Preservem momentos a dois. Se deem oportunidade para conversar sobre a relação em um ambiente neutro e descontraído. Nesse momento, esqueçam dos problemas, dos filhos e saibam se curtir.
*3 – Procurem sempre o melhor momento para falar sobre assuntos importantes com o parceiro. Se um dos dois não estiver receptivo, não adianta forçar.
*4 – Desistam de tentar mudar o outro a qualquer preço. Um dos grandes segredos para viver bem no relacionamento é abrir mão de algumas coisas.
*5 – Não esqueçam datas especiais, pois isso demonstra ao outro que você se importa com o relacionamento.
*6 – Não deixem de ter seus prazeres individuais.
*7 – Reconheçam as qualidades um do outro.
*8 – Não abram mão do bom humor.
*9 – Saibam pedir desculpas.
*10 – Sejam sempre honestos e amigos.
*11 – Criem surpresas.
*12 – Não descontem um no outro o mau humor.
*13 – Pensem a cada dia em maneiras para colocar um sorriso no rosto do amado.
*14 – Procurem realizar os sonhos do outro.
*15 – Não digam apenas eu te amo, transformem esta frase em atitude.
Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
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DICAS PARA FAZER O SEU RELACIONAMENTO DURAR - PARTE I I

Atitudes que podem arruinar o relacionamento:
* 1 – Mentir.
* 2 – Falta de confiança.
* 3 – Falta de liberdade.
* 4 – Evitar o diálogo.
* 5 – Falta de respeito pela individualidade do outro.
* 6 – Esperar que outro tenha você como razão de vida.
* 7 – Falta de paciência, o que leva o csasal a querer se separar na primeira dificuldade.
* 8 – Não aceitar a modificação do amor, que se dá quando a paixão, o desejo e a locura de ficar juntos já estão mais tranquilos.
Sinais que indicam que o relacionamento não está bem:
* 1 – Ausência de conversas.
* 2 – Falta de interesse pela vida do outro.
* 3 – Beijo com gosto de chuchu.
* 4 – Falta de admiração.
* 5 – Falta de entusiasmo para estar a sós (cada um arranja reuniões, saídas com a turma e jantares só para não ficar a sós com quem ama).
* 6 – Falta de entusiasmo sexual e afetivo.
* 7 – Falta de brilho e tesão no olhar.
Principais desafios de um casamento:
* 1º Desafio – São as adaptações iniciais da vida em comum. É preciso tomar decisões sobre rotinas, infra-estruturas, dinheiro, relacionamento com a família de origem de cada um, amigos comuns e específicos, trabalho pessoal, além de acomodação aos hábitos um do outro.
* 2º Desafio – Consiste na chegada dos filhos e implica desde a decisão em tê-los até todos os ajustes na vida quando nascem e, depois, a colaboração para educá-los. Filhos podem fazer com que muitos casais se dediquem tanto responsabilidade e à criação que o relacionamento fica em segundo plano.
* 3º – Desafio: o casal vive novos desafios quando o cuidado como os filhos deixa de ser o centro da vida deles.
Casais com filhos adultos precisam encontrar no cônjuge a amizade, o companheirismo e o prazer de viver a dois sem a presença de filhos, procurando um no outro o apoio mútuo e o prazer de ter mais tempo para si mesmos.
Quando mais velhos, é hora de enfrentar juntos as limitações que o envelhecimento pode trazer.
Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
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